Arquivos mensais: setembro 2019

Qual a diferença entre as notas fiscais?

As transações realizadas nos estabelecimentos comerciais devem ser registradas de forma legalizada em acordo com o sistema tributário de nosso país. Os erros podem implicar desperdício de recursos, alterações e possíveis sanções.

Desde janeiro de 2007, o Governo Federal instituiu a Nota Fiscal Eletrônica como parte do projeto do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), com o objetivo de estabelecer um modelo nacional único de documento fiscal eletrônico, que substituiu os modelos 1 e 1A de notas fiscais físicas.

Essa medida facilitou o armazenamento, a fiscalização e foi criada no intuito de diminuir a sonegação. Conheça a diferença entre as notas fiscais eletrônicas:

Nota Fiscal de Venda de Produto: NF-e

Esse tipo de nota fiscal tem por objetivo registrar a operação de venda (faturamento) de produtos da empresa. A chamada NF-e tem sua emissão vinculada à Secretaria da Fazenda do Estado.

É utilizada para a cobrança do IPI, sigla para Imposto sobre Produtos Industrializados, e ICMS (Imposto de Mercadorias e Serviços). Após a emissão, é necessário o envio do Danfe (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica) junto com a mercadoria.

Esse documento é uma representação simplificada da NF-e, que apresenta a chave de acesso para permitir ao cliente a consulta on-line sobre os dados da compra e o acompanhamento do processo de entrega.

Na emissão da NF-e devem constar os dados do emitente (estabelecimento) e destinatário (comprador), o detalhamento dos produtos (listagem individual), valor total dos tributos e da nota fiscal, dados da empresa responsável pela entrega e demais informações complementares.

Nota Fiscal de Serviço: NFS-e

Essa nota fiscal se destina a registrar operações que envolvam a prestação de serviços. Uma sapataria, por exemplo, vai emitir a NF-e em caso de venda de sapatos e a NFS-e na prestação de serviços de conserto.

Os dados são transmitidos para a Prefeitura do Município em que ocorreu a prestação de serviço, podendo ter regras distintas dependendo da localidade, uma vez que as legislações municipais não são comuns a todos os municípios do país.

De modo geral, a NFS-e deve conter a identificação dos serviços prestados. Em algumas localidades é permitida a descrição de diversos serviços em uma única nota, desde que destinada a um tomador de serviços único.

Nota Fiscal de Consumidor: NFC-e

É a nota utilizada para registrar operações de compra e venda em comércio de varejo. A NFC-e se difere da NF-e na tributação do ICMS, pois se trata de uma venda ao consumidor final.

A NFC-e pode ser emitida por vendas no estabelecimento e entregue no domicílio do comprador como é o caso de mercados, farmácias, pizzarias, restaurantes, floriculturas e lanchonetes.

Para facilitar a emissão de documentos fiscais é possível contar com um sistema de automação comercial, personalizado de acordo com o seu segmento de atuação. Operar a sua empresa de forma lícita é imprescindível para a saúde de seu negócio.

Custos x Despesas: qual a diferença para a sua empresa?

Se você tem um negócio sabe que para o empreendimento prosperar é necessário muito mais do que uma boa ideia. Planejamento e organização, por exemplo, são dois elementos sem o qual nenhuma empresa vai para frente. Não menos importante é saber diferenciar Custos x Despesas no dia a dia da sua gestão.

É necessário saber distinguir o que cada um desses elementos vai impactar na saúde financeira e na capacidade operacional do empreendimento. Não importa se você cuida pessoalmente da contabilidade ou se a tarefa fica nas mãos de um profissional especializado. Afinal, os dois fatores estão ligados à saída de caixa da empresa.

Sem entender a diferença você pode chegar à situação de fechar um período com boas saídas, mas sem lucro. Muitos empreendedores acabam ameaçando a sustentabilidade dos seus negócios por não fazer a classificação e o acompanhamento desses dois elementos. Você fica em dúvida quando se depara com os dois termos ou pensava que eles eram a mesma coisa?

Então aproveite este artigo para desfazer as suas dúvidas a esse respeito. Para começar, vamos definir os custos. Eles são todos os gastos que estão diretamente ligados ao produto final ou atividade-fim da empresa. Sendo assim, incluem desde a compra de matéria prima, até os salários dos seus colaboradores e os gastos com eletricidade.

As despesas, por sua vez, dizem respeito aos débitos ligados à administração da empresa. Eles não vão estar diretamente implicados no desenvolvimento de produtos ou na atividade-fim do negócio. São gastos como aluguel de imóvel, contas de telefone, materiais de escritório e assim por diante. Podemos dizer que o seu caráter está relacionado à manutenção do negócio.

Custos x Despesas: aprenda a diferenciar e classificar cada um

Agora que esclarecemos a diferença entre cada um desses conceitos é importante lembrar que ambos podem ser de natureza fixa ou variável. Este é mais um detalhe que você deve entender para gerir o seu negócio de forma eficiente. Vejamos, então, qual a diferença de Custos x Despesas no aspecto fixo e variável. Confira:

• Custos e despesas fixos – nesta categoria temos aqueles gastos da empresa que não sofrem variação conforme o fluxo de produção e vendas. Ou seja, eles se mantêm estáveis todos os meses. O principal custo fixo de uma empresa é o salário dos colaboradores. Já uma despesa fixa pode ser o aluguel do imóvel onde opera o negócio.

• Custos e despesas variáveis – como indica o nome, aqui se encontram aqueles gastos que variam conforme a produção e venda. Contratar funcionários temporários para atender a uma demanda de fim de ano é um custo variável. Nas despesas variáveis podemos usar como exemplo um bônus dado aos funcionários que apresentem bons resultados em um determinado período.

O que podemos concluir do comparativo entre Custos x Despesas é que eles se relacionam diretamente com o planejamento orçamentário. Discriminando cada um corretamente, você tem subsídios para distribuir corretamente o capital que vai para cada setor. Além, é claro, de definir as prioridades do negócio.

Consumo sustentável de recursos e investimentos em melhorias, como a automação também dependem do correto entendimento desses conceitos.

Como inovar a gestão da sua empresa?

A inovação na gestão empresarial promove processos mais ágeis, eficientes e menos custosos para o orçamento da empresa. Engana-se quem acha que apenas grandes empreendimentos podem adotar uma gestão inovadora em sua empresa. Médios, pequenos e microempreendedores também podem e devem aplicar essas estratégias em seus negócios.

Nesse texto você vai entender como inovar a gestão da sua empresa. Confira!

Aplicando a gestão inovadora no dia a dia

A inovação da gestão deve ser realizada em todos os setores da empresa.

Isso exige do empreendedor que mantenha um olhar atento às tendências do mercado, da tecnologia e do comportamento da concorrência em relação à gestão e estratégias de atuação.

No momento, uma das maiores tendências na gestão das empresas é reduzir ao máximo burocracias, e isso passa diretamente pela diminuição do uso de papel em ações administrativas.

Para que isso seja possível, é necessário que a empresa invista em automação comercial em todos os níveis do operacional ao financeiro. Por isso, nada de papel no RH, no atendimento ao cliente, nas vendas ou no registro de atas e outras ações.

Automação comercial promove inovação na gestão

Um dos diferenciais inovadores que a automação comercial promove na gestão e na operação da empresa é a integração entre diversos sistemas e dispositivos para operar no menor custo possível e com a maior amplitude de ações.

Por exemplo: um PDV pode estar integrado ao mesmo tempo a TEF, balança, a microterminais, leitores de códigos de barras, palmtops, Ipads, tablets ou outros dispositivos. Ou seja, integra o trabalho do repositor ao operador de PDV, do gestor contábil ao presidente da empresa.

Ações como esta reduzem a chance de erros administrativos, diminuem a perda de dinheiro em caixa, agilizam o trabalho de toda a equipe e colocam a empresa no patamar de excelência e qualidade que os clientes exigem.

A gestão inovadora também busca fugir de tabus e preconceitos, aproximando e integrando os diferentes setores da empresa, permitindo que todos colaborem uns com os outros de maneira mais horizontal e participativa.

No início do texto dissemos que micro, pequenas e médias empresas também podem implementar gestão inovadora em seus processos, e isso é verdade. Entretanto, alguns cuidados são sempre necessários para que os projetos sejam bem-sucedidos.

É fundamental que a implementação de gestão inovadora seja sustentada por um planejamento estratégico  detalhado que detecte as dificuldades e os desafios enfrentados pela empresa, bem como defina também os objetivos em curto, médio e longo prazo aos quais os empreendimentos se propõem.

Isso é importante porque nenhuma inovação deve ser colocada em prática sem necessidade. A mudança para a gestão inovadora exige flexibilidade de toda a equipe de gestores e funcionários, além de representar um investimento que a empresa faz em si mesmo. Por isso, cada passo deve ser planejado.

Para todos os efeitos, a sua empresa não precisará investir uma fortuna  para implementar ações de gestão inovadora. Nas áreas de alimentação, varejo e serviços, a JS Softcom Automação oferece ferramentas completas para que a gestão de sua empresa inove a cada dia.

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5 erros que podem ser evitados com um software para gestão de fluxo

A gestão do fluxo de caixa é uma das mais importantes etapas de uma empresa que tem uma estável saúde financeira. Contudo, há muitos equívocos e problemas que podem aparecer se não houver um gerenciamento efetivo. Assim, conhecer os erros que podem ser evitados com um software para gestão de fluxo de caixa faz toda a diferença.

Sistemas de automação comercial não apenas ajudam a centralizar e automatizar as ações referentes a essa situação, como também permitem análise e planejamento, eliminando diversos contratempos. Quer saber mais? Então veja abaixo 5 erros que podem ser evitados com um software para gestão de fluxo de caixa.

1. Dados financeiros não são perdidos

Ao adotar um sistema que traz todos os dados de forma central, permite-se que nenhuma informação financeira fique perdida. Em ações manuais esse é um erro muito comum: por descuido, negligência ou má-fé, saídas e entradas podem não ser registradas.

Já com um software para gestão de fluxo de caixa você tem todos os dados em apenas um único local. Assim, ao fechar, analisar e projetar essa ferramenta financeira terá exatamente os números que precisa, pois, como dito, as atualizações são constantes e diárias.

2. Divisão de categorias

Outro erro muito comum nas empresas brasileiras é a falta de categorização das entradas e saídas de acordo com sua origem ou destino. Isso impede de entender claramente e gerir bem o fluxo de caixa e, consequentemente, há erros crassos nas finanças do negócio.

Ao adotar um software do gênero, dividem-se as categorias de uma forma clara e direta, o que permite entender todas as movimentações. Lembre-se: não há como reduzir gastos ou investir em potenciais lucros se não há como saber de onde eles vêm.

3. Erros humanos

Como citado no primeiro tópico, os erros humanos fazem parte do processo. Contudo, eles podem atrapalhar e até influenciar negativamente as finanças quando não há a gestão correta de fluxo de caixa. A solução? Um software de gestão, conheça o Caixa Rápido.

Por ser automatizado e dinâmico, impede-se que os registros manuais, compras, vendas, emissão de cupons fiscais, entre outras rotinas do gênero, possam ter incongruências ou não serem registradas. Além disso, agrega-se uma vantagem com o software, os funcionários são mais produtivos, pois tem a possibilidade de focar em outras ações.

4. Gestão eficaz de estoque

Não é difícil encontrar empresas que tenham problema de integrar o fluxo de caixa junto ao estoque. Isso, além de trazer problemas para a empresa, ainda acaba onerando a infraestrutura para estocar os itens a serem vendidos.

Um bom software de gestão de fluxo de caixa ajuda a eliminar esse erro em vários sentidos: entendem-se quais itens estão saindo mais e quais menos; aqueles que têm vida útil/validade menor, o que demanda mais atenção; além de integrar o estoque, através de gestão de fluxo, com as áreas de compras, vendas e logística, evitando desvios no estoque.

5. Falta de competitividade

Por que muitas empresas de portes pequeno e médio não conseguem sair do lugar? Um dos principais erros é a falta de gestão efetiva de um fluxo de caixa através de softwares. Isso porque, atualmente, o mercado exige soluções tecnológicas como diferencial competitivo.

Ou seja, o grande erro de empresas que têm prejuízos ou lucros baixíssimos é estar posicionada atrás da concorrência que já adota essas medidas. Assim, com menos erros, entra mais dinheiro na empresa, fica fácil entender os relatórios do fluxo de caixa e, por fim, posiciona-se entre os principais negócios da sua área de atuação.

Conhecendo os 5 erros que podem ser evitados com um bom software para gestão de fluxo de caixa, veja no nosso blog soluções como esta.